• Aghata Valentim

Meus pacientes homoafetivos e bissexuais

Não sou o tipo de pessoa ou psicóloga que rotula as outras pessoas ou pacientes. O título do artigo é mais para chamar a atenção de quantos pacientes bissexuais ou homoafetivos chegam até mim e geralmente com críticas de outros psicólogos.


Normalmente eles já vem de outra terapia cuja psicóloga ou psicólogo faziam uma cara "estranha" quando falavam sobre suas preferências amorosas ou sobre seus relacionamentos. Isso realmente desmotiva alguém que está tentando solucionar um problema.


O paciente quer ser acolhido em toda a sua extensão, quer sentir segurança e confiança na pessoa que ele escolheu para ajudá-lo a se entender.


Eles chegam acanhados, meio desconfiados até e quando revelam suas preferências; parecem que esperam ver uma reação "estranha" de mim. Algo que não aconteceu. Sempre fiz questão de agir o mais natural possível. Porquê razão eu agiria diferente?


Sinto o alívio neles ao relatar como um desabafo suas questões pessoais que não incluem somente suas questões de gênero e sexualidade, envolvem família, trabalho, amizades e etc.


Ao procurar um terapeuta, busque saber se ele vai entrar em sintonia com você. Busque suas redes sociais profissionais e atente para os detalhes. Tive uma paciente que ficou "namorando" meu perfil no instagram até se sentir segura para procurar o serviço.


Se você é terapeuta, busque se livrar de conteúdos seus que podem prejudicar o paciente.


O processo de terapia tem mais resultado positivo quando paciente e terapeuta entram em sincronia e para isso, precisamos estar atentos e empáticos para com os seus conteúdos.




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